Como funciona

Um app, dois Macs, um cabo.

Sem conta, sem servidor, sem roteador. Tudo o que está abaixo acontece entre as duas máquinas na sua mesa.

A versão curta

Você instala o mesmo app nos dois Macs e os conecta com um cabo Thunderbolt. No Mac que você quer usar, você clica em Conectar. Um instante depois, o outro Mac está mostrando uma segunda mesa, e o macOS a trata como qualquer monitor que você conectasse — você arrasta janelas para ela, organiza em Telas e esquece que é um computador.

Os dois papéis vivem em um só app. Não existe um download “servidor” e outro “cliente”. O Mac que clica em Conectar vira o que envia naquela sessão; o outro vira a tela.

O que cada Mac faz

O Mac que envia

É o Mac em que você continua trabalhando. O app pede ao macOS uma mesa adicional — o mesmo tipo de espaço extra que você ganha ao conectar um monitor — e envia a imagem dessa mesa pelo cabo. Sua tela integrada continua funcionando exatamente como antes; nada muda na sua tela principal.

É este Mac que precisa de licença. O teste o cobre por sete dias.

O Mac que mostra

Este só exibe o que chega. O app preenche a tela dele com a imagem recebida e sai do caminho. A mesa dele continua lá, embaixo — pressione Esc nesse Mac (ou clique em Desconectar no Mac que envia) e você volta a ela na hora.

Este Mac nunca é licenciado. Ser tela é grátis, para sempre, em quantos Macs você quiser. Isso é proposital: é a única forma de “usar o iMac velho que está no canto” ser uma decisão de cinco minutos em vez de uma compra.

O que o cabo Thunderbolt está fazendo

Quando você conecta dois Macs com um cabo Thunderbolt, o próprio macOS cria uma pequena rede privada entre eles, chamada Ponte Thunderbolt. É um recurso padrão do macOS, aparece nos Ajustes do Sistema em Rede e existe independentemente de você usar o DisplayBridge. Ela tem duas propriedades que importam aqui:

Você não precisa configurar nada disso. Os dois Macs se encontram sozinhos nessa conexão e aparecem na lista um do outro.

Por que precisa ser um cabo de 40 Gb/s

Uma imagem 5K completa a 60 quadros por segundo são cerca de 10,6 gigabits por segundo de imagem bruta. Wi-Fi e Ethernet Gigabit ficam uma a duas ordens de grandeza abaixo disso. Qualquer solução sem fio precisa, portanto, descartar a maior parte da imagem e reconstruir uma aproximação do outro lado — e é exatamente por isso que toda opção sem fio deixa o texto menos nítido e borra o movimento.

Preferimos entregar um caminho que sempre funciona a quatro que funcionam às vezes. Então: só por cabo, e dizemos isso na primeira página, não em uma nota de rodapé.

O que o macOS vê

Uma tela extra comum. Concretamente, isso significa:

O som acompanha a imagem, e o brilho e o volume do Mac que recebe podem ser controlados pelo cartão da sessão no Mac que envia, então ele se comporta como um monitor também nisso.

As permissões que o macOS pede

Duas, e vale saber qual é qual — elas são pedidas por motivos diferentes e em máquinas diferentes.

Gravação de Tela — só no Mac que envia

O macOS trata “ler os pixels de uma mesa” como uma operação privilegiada, não importa de quem seja a mesa. Enviar a imagem de uma tela é exatamente essa operação, então o macOS exige a permissão. O app pede uma vez e mostra um cartão com um link direto para o painel certo dos ajustes se ela estiver faltando. (No macOS 15 ou posterior, o painel se chama “Gravação do Áudio do Sistema e da Tela”.)

O Mac que só mostra a imagem nunca precisa dela.

Rede Local — nos dois Macs

É o que permite que os dois Macs se vejam na conexão Thunderbolt. Sem ela, eles não se encontram e a lista de receptores fica vazia. O macOS pede na primeira vez que você abre o app.

Essa é a lista completa. Sem extensão de kernel, sem senha de administrador, sem item de início, sem serviço em segundo plano rodando depois que você encerra o app.

Para onde vai a sua tela: para lugar nenhum

A imagem vai de um Mac para o outro pelo cabo e para ali. Ela não chega aos nossos servidores — não temos nenhum para isso — nem ao seu roteador, nem à internet. Não há etapa na nuvem, não há relay, não há conta à qual o stream esteja vinculado. Não conseguiríamos ver a sua tela nem se quiséssemos.

Duas consequências que vale explicitar:

A única coisa que o app envia é um sinal anônimo de que ele foi aberto e de que uma sessão começou, mais a versão do app e do macOS — nenhum identificador que siga você, nada sobre a sua tela ou os seus arquivos. Isso responde a duas perguntas para nós: aproximadamente quantas pessoas usam o DisplayBridge, e quando é seguro abandonar o suporte a um macOS antigo. Os detalhes estão na página de privacidade.

O que ele deliberadamente não é

A seguir

O guia de instalação mostra tudo passo a passo. A página de comparação coloca o app ao lado do Sidecar, do AirPlay, do Luna Display e dos outros. As perguntas frequentes têm o resto das perguntas que as pessoas realmente fazem.

Baixar o DisplayBridge →